O trabalho finalizado!

Aqui ficam as fotografias da nossa peça já exposta no Museu de Arte Moderna de Sintra.

Nas fotografias dá para ficarem com um “cheirinho” de como ficou a nossa peça mas desde já convidamos e aconselhamos que visitem o Museu para a verem e apreciarem mais de perto.

Esperamos que gostem e que dêem valor ao trabalho árduo que tivemos para conseguir concluir a peça. O grupo ficou orgulhoso do produto final e esperamos que quem veja também goste.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Deixe um Comentário

Filed under Avaliação

Relatório Final

Neste relatório final iremos descrever todo o nosso percurso desde a escolha do tema até a sua exposição. Após a escolha difícil do tema, conseguimos chegar a um consenso, começámos uma pesquisa concisa que facilitasse a compreensão por parte do auditório.

Iniciámos a construção da peça final no dia 26 de Março, onde começámos pela moldagem facial a partir de ligadura gessada, material esse que foi utilizado em toda a peça. Com o decorrer dos dias, continuámos a engessar as restantes partes do corpo. Durante o processo deparámo-nos com algumas dificuldades, como por exemplo depois da modelagem dos braços, ao serem retirados alguns ficaram danificados, mas conseguimos contornar esse percalço utilizando ligadura e cola branca para unir os mesmos. Na fase seguinte procedemos ao fortalecimento das peças através da colocação de jornal com cola branca, utilizando as camadas suficientes para os corpos ficarem consistentes e com uma superfície mais lisa.

Após a colocação do jornal por todas as partes do corpo, até à cintura, procedemos finalmente à montagem, tendo sido uma árdua tarefa, visto que cada corpo estava dividido em várias partes (cabeça, tronco, braços e mãos, todos estes divididos em parte da frente e parte de trás, dando um total de 54 peças soltas). Dedicámos dois dias de trabalho, onde conseguimos montar as peças, unindo as cabeças aos troncos, as mãos aos braços e por fim os braços aos troncos.

Terminada a tarefa de montagem, prosseguimos para a pintura das peças. Optámos por uma cor suave e mate, cor marfim, pois o grupo concordou que a cor branca seria demasiado fria para uma peça daquela envergadura. Após três camadas de tinta, rematámos a pintura com um pouco de verniz misturado com tinta acrílica (dourado/castanho) para realçar certas zonas da peça. Por fim, para as peças ficarem niveladas, cortámos alguns excessos nas bases.

Durante o processo de montagem contactámos o Museu de Arte Moderna de Sintra, com o objectivo de conseguirmos um espaço para expormos a nossa peça. Após muita persistência e esforço, foi-nos concedido esse local, apesar de apresentar dimensões reduzidas. Devido a esse percalço, reajustámos a nossa peça ao espaço, modificando a ideia inicial (peças voltadas de costas para um ponto comum, em base circular), surgiram-nos várias opções, como por exemplo, a suspensão das peças, surgimento das peças a partir da parede como também encostarmos as peças às paredes disponíveis. Devido ao factor tempo, não conseguimos efectuar as peças pelos joelhos como pretendíamos, optando por terminar as figuras na cintura. Deste modo voltámos a ter uma nova ideia, tendo como finalidade a colocação das mesmas numa prateleira que as iria suportar. Pusemos de parte essa ideia, visto que teríamos de incorporar a prateleira na peça, esta teria de ser de madeira antiga ou então trabalhada por nós de maneira a estabelecer uma ligação entre o suporte e a peça, não sendo assim um simples objecto, pois ficaria inestético e roubaria protagonismo das mesmas. Outro factor de rejeição foi, mais uma vez, o factor tempo, falta de disponibilidade e monetariamente seria mais dispendioso.

Chegámos à conclusão que a melhor opção seria pregar as peças à parede, pelo que medimos previamente o conjunto das peças, reparando que era exactamente a medida da parede principal. Foi-nos pedido pelo Dr. Pedro Aguilar, conservador do Museu, uma série de elementos que teriam de constar no dia da inauguração, tais como, a sinopse da peça, a tabela da obra, um cartaz de indicação da peça e um cartaz de divulgação (que consequentemente colocámos na escola, nos placares e no site da escola). Conseguimos também a colaboração do jornal de Sintra que irá fazer uma reportagem no respectivo dia da inauguração que será no dia 31 de Maio.

Numa das visitas ao local de exposição, o Dr. Pedro Aguilar, sugeriu-nos que mudássemos a cor dos filtros de iluminação para vários tons de vermelho, pois seria um contraste interessante entre as peças e a parede preta. Numa outra visita ao Museu, transportámos as peças para o local de exposição, onde decidimos as posições e a ordem respectiva de cada pecado, com o auxílio do professor.

Após a montagem completa da exposição, apercebemo-nos que faltava algo para completar o ambiente dado pelo tema, foi-nos sugerido pelo professor que arranjássemos um conjunto de sons que tornasse a sala mais intimista.

Em suma, arranjámos uma música adequada, conseguimos assim proporcionar um ambiente adequado ao tema, completando o nosso trabalho final.

Concluindo, com a visualização do making of , a turma ficou a perceber que o grupo trabalhou de forma equivalente, apesar de um dos elementos não ter contribuindo em nada para a concretização do trabalho, conseguindo assim ultrapassar as adversidades e conseguindo concluir o trabalho a tempo e horas.

Com o empenho e esforço dedicado pelo grupo, esperamos ser recompensadas no final.

1 Comentário

Filed under Relatórios

Relatórios Pessoais 3º Período

No inicio do ano, eu era da opinião de que a Área de Projecto era apenas uma disciplina que nos tirava tempo que poderíamos estar a dedicar às outras disciplinas mais importantes, mas com o avançar dos períodos percebi que não é assim, serve para aprendermos a trabalhar em grupo e percebermos que um grupo de trabalho tem de ser unido, trabalhador e equilibrado.

A principio o nosso grupo era constituído por seis elementos, mas acabámos por permanecer apenas cinco. Eu penso que não poderia ter escolhido melhores parceiras pois todas nos empenhámos a cem por cento na concretização da nossa peça que no fim se tornou o nosso orgulho.

É verdade que a realização da peça deu-nos muito trabalho e ocupou todo o nosso tempo livre, mas foi uma mais-valia para todas nós, pois ficámos a dominar uma técnica que não conhecíamos e que, na minha opinião, foi muito divertida de trabalhar, apesar de alguns acidentes.

A nossa peça superou as minhas expectativas, assim como o meu grupo, que se mostrou sempre cooperante e trabalhou como um todo. Assim, espero que depois de todo este árduo trabalho tenhamos conseguido cumprir o nosso objectivo.

Beatriz Lavrador Nº7 12ºP

——-

Neste momento entendo o que é trabalhar em grupo. Consegui realizar um excelente trabalho na disciplina de Área de projecto, não o conseguiria ter feito se o meu grupo não tivesse sido tão unido empenhado e a apontar para um só objectivo, conseguir acabar a escultura e sentirmos orgulho depois de terminada e exposta. 

Ao longo do processo de criação existiram opiniões opostas, outras que se interligavam na perfeição e outras que nem sequer tinham cabimento. Após discussões e indecisões, conseguimos trabalhar em sintonia e de forma equilibrada, isto é, todas demos o nosso máximo para a realização da peça. Ao analisar todo o processo desde o inicio (tema do projecto), até ao fim (montagem da peça no Museu), sinto um enorme orgulho no trabalho que realizámos, sinto-o pois sei que o fizemos sem qualquer ajuda, a nível de execução da peça, e com grande esforço e persistência para conseguirmos o local de exposição.

Com o decorrer do trabalho aprendi novas técnicas, neste momento sei trabalhar com ligadura gessada, sei moldar corpos e sei como formar uma escultura a partir da mesma.

Em suma, arriscarei em dizer que o meu grupo de trabalho foi, sem dúvida alguma, o grupo em que todos os elementos trabalharam de igual forma, todos contribuímos com esforço e dedicação para o resultado final.

Mariana Silva nº14 12ºP

——-

No meu grupo de área de projecto, cada elemento interagiu bastante bem com os restantes membros, demo-nos sempre bastante bem e sempre nos ajudámos mutuamente em todas as tarefas do projecto e em todas as atrocidades ao longo do percurso foram ultrapassadas devido ao espírito de equipa que sempre existiu.

Durante todo o processo, aprendemos a trabalhar com diversos materiais como ligadura engessada, que nunca havíamos trabalhado. Também aprendemos a aplicar, com uns panos, verniz com um pouco de mistura de tinta acrílica.

Com este trabalho apercebi-me do quanto é importante a interacção do grupo e o trabalho de equipa, pois sem ele não seria possível realizar certos projectos, além de que é bastante necessário para a vida profissional futura, devido ao facto de aprendermos uns com os outros e ao partilhar conhecimentos e experiências, incluímos isso no nosso leque de aprendizagens que ficam para a vida.

Marina Cristóvão Nº15 12ºP

——-

A minha experiência na disciplina de área de projecto, no geral foi boa, visto que neste ano foi exigido um maior grau de organização e de ter a capacidade de realizar um projecto mais complexo e isso fez com que percebesse um pouco melhor como é trabalhar com outras pessoas e num trabalho tão exigente como foi o do meu grupo.

O facto de ter aprendido a ser mais organizada também deveu-se muito ao grupo com que trabalhei, visto que o grupo funcionou bem em relação às decisões tomadas e à maneira com que nos organizámos na realização do trabalho, apesar de alguns contratempos, como o grupo ter iniciado com seis elementos e ter ficado reduzido a cinco, visto a falta de comparência desse elemento nas aulas e no início da realização da peça. Apesar disso conseguimos acabar a peça a tempo, feitas as mudanças necessárias e pensadas ao longo da construção da peça.

Resumindo, a minha experiência pessoal nesta disciplina fez com que percebesse melhor como é trabalhar em grupo e cumprir horários, principalmente pela peça ter ido para um Museu exigindo assim uma responsabilidade acrescida.

Tânia Couto Nº22 12ºP

——-

O nosso projecto planeado para este ano lectivo realizou-se dentro dos limites do prazo que definimos, embora tivemos de ajustar as peças ao tempo que tínhamos disponível, uma vez que no inicio tínhamos como meta conseguir figurar os sete pecados em sete corpos humanos até ao nível dos joelhos, mas o qual não foi possível.

Como grupo fomos todas bastante participativas, pelo que a nossa cota de participação foi igual para todas. Conseguimos finalizar as peças todas, ficando apenas pela cintura e com um pequeno acabamento em verniz acastanhado para dar um efeito desgastado.

Ao longo da construção das peças repartimos as horas de trabalho pelos dias que tínhamos disponíveis e trabalhávamos todos os dias combinados, todas ao mesmo tempo. Acho que em termos de aprendizagem foi muito produtivo para nós, pois aprendemos a trabalhar com novas técnicas e materiais.

Todos os elementos do grupo perceberam que com esforço e dedicação chega-se sempre a um bom resultado.

Carolina Cerqueira Nº26 12ºP

Deixe um Comentário

Filed under Relatórios

Making Of

Deixe um Comentário

Filed under Making off

Bastidores III – A um passo do fim…

Este slideshow necessita de JavaScript.

Deixe um Comentário

Filed under Making off

Bastidores II – O trabalho continua…

Este slideshow necessita de JavaScript.

1 Comentário

Filed under Making off, Trabalho de campo

Local de exposição

Este slideshow necessita de JavaScript.

Após muito esforço e persistência conseguimos um local adequado para a exposição da nossa peça. Irá estar exposta no Museu de Arte Moderna  – Sintra a partir do dia 24 de Maio. Gostaríamos de agradecer ao Dr. Pedro Aguilar pela colaboração e ajuda prestada.

Contamos com a vossa visita!

Deixe um Comentário

Filed under Planificação, Trabalho de campo